Amando as Diferenças

Gente, hoje estou aqui pra falar sobre algo muito importante pra nós nesse momento.

Essa semana estamos mais em casa e em contato principalmente com as diferenças… então eu queria chamar esse texto de Amando as Diferenças, compreendendo as diferenças, respeitando as diferenças porque uma das coisas que vai acontecer e muito, com a gente em casa, com todas as pessoas envolvidas, nossos queridos e não tão queridos é a gente perceber que essas diferenças que antes era só virar as costas, ou xingar ou sair de perto, agora por mais que a gente saia de perto nós ainda estaremos muito, muito perto e essa distância vai ficar quase impossível de ser sanada em virtude das refeições, da cozinha, da geladeira que é muito próxima pra todos, se for uma sala então vai ser difícil não ficar perto mais, né?

Então eu queria falar dessas diferenças e dizer que a gente não precisa gostar mas precisa respeitar – Há uma frase que digo aos meus alunos e que exprime bem isso:

Frase que foi atribuída a Voltaire, mas, que na verdade, é da escritora inglesa Evelyn Beatrice Hall – biografa.

Então esse respeito a essas diferenças é que precisa ser aplicado agora, usado, introjetado no nosso dia a dia, mesmo que a gente não goste de tudo o que o outro fala, faz, escuta, ou vê – teremos que aprender a respeitar e não temos que aprender por causa do tem que – não é uma obrigatoriedade, é só pra nossas relações ficarem mais gentis, ficarem mais gostosas e  haver muito mais vezes de riso brincadeira e piadas do que de caras feias, desgostos e tristezas ou pior ainda gritos e agressividade num espaço tão restrito de movimento… não é???

Outro exemplo que pra mim fez diferença é assim, as pessoas não tem que gostar do que o gente gosta, e nem tem que aprender o que a gente aprendeu ou viver conforme a gente viveu e aqui vai uma dica pros mais velhos em relação aos mais jovens, né?

Vamos começar com a música, então assim eu fui de uma geração que adorou e assistiu muitas bandas boas e pude assistir grandes nomes no Rock’n’roll, sou apaixonada por The Rolling Stones e U2, vi The Beatles, Festivais de MPB, Elis Regina, Legião Urbana, Paralamas, Cazuza, enfim, outros tantos e eu vou esquecer alguém muito importante, mas, a cultura e os sons de hoje tem muito mais a ver, sei lá,  com ritmos mais punk, a batida, a própria linguagem muito mais falada como os rappers e eles gostam.

Um dos meus filhos, por exemplo, gosta de Pablo Vittar e aqui não é uma crítica pra Pablo, o que estou dizendo é que num primeiro momento pra quem gosta de MPB e outros sons ouvir a Pablo pode ser chocante, como foi pra mim ouvir, mas o que eu me dispus foi a sentar com ele, era um vídeo inclusive, assistimos o vídeo da Pablo e nós vimos ela em eventos e uma das coisas que me chamou muito a atenção foi que eu pude ouvir,  e vi relevância não só na batida, no som, como nas palavras ditas das músicas, na dança e na showwoman que ela é.  Então ela pode não ser meu gosto musical, mas ela tem o seu valor, então ouvir por ouvir, ouvir por amor porque se o meu filho gosta, eu amo meu filho, vou dar crédito e ouvir com amor me fez aprender a respeitar aquilo que eu não gosto, ou aquilo que eu não escolheria ou não optaria como cultura ou gosto musical pra mim.

É disso que a gente está falando, gente, nem todo mundo gosta do vermelho, tem quem goste do amarelo e todas aquelas frases que você já ouviu.

Temos que dar um “time”, dar um desconto, sentar com um querido pra ouvir, pra ver, pra curtir o que o querido gosta e curtir, só pra gente ter mais tempo com o nosso querido.

Aí a gente vai descobrir que os silêncios mudos e desconfortantes vão acabar… que a gente vai ter assunto pra trocar e que ás vezes a gente vai até rir e fazer piada das brincadeiras, e assim como a gente vai ceder um pouco o outro também cede um pouco. A pergunta que esse mesmo meu filho me fez depois de assistirmos a Pablo foi: “E agora mãe, o que que vc quer assistir? E eu disse quem eu queria assistir e ele foi procurar pra mim….

Então tem youtube da vida, tem netflix, tem globoplay, tem spotify com músicas que a gente nem lembra mais e estão lá… como o mantra de shiva que traz alegria e eu recomendo… OM NA MA SHIVAIA,

então gente, curtam seus queridos, aproveitem esses momentos pra tirar da vida todos os silêncios mórbidos e os desconfortos com quem a gente ama.

Que a gente aprenda a ouvir o outro, que a gente aprende a saber mais do outro, a querer estar mais junto com o outro que é um pedaço de nós, sejam eles nossos filhos, nossos pais, nossos amigos…

Um grande beijo no coração!!!

E amanhã eu vou fazer uma live eu quero te convidar pra juntos a gente vibrar por todos aqueles que hoje estão trabalhando por nós e pra nós… pra que nada nos falte. Quero te convidar pra fazermos juntos uma visualização pelo planeta e pelo Brasil.

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